segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? "


Às vezes, por mais que fatores digam que não é o Magical Mistery Tour, é preciso abrir totalmente a janela e tentar percebê-lo vindo, já que "tudo é questão de despertar a sua alma". Além do mais, se fecharmos todas as janelas, os pesadelos(que impedem de reconhecer o real) continuam entrando por frestas, mas se deixarmos as janelas abertas, os pesadelos acham caminho de saída. Aí quando as cortinas se abrirem e as nuvens encobrirem efemeramente o sol, cairá uma feliz chuvinha.
"(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)"

sábado, 2 de janeiro de 2010

Good Day Sunshine!


2010.
"E como será? O vento vai dizer lento o que virá, e se chover demais, a gente vai saber, claro de um trovão, se alguém sorrir em paz."
Que todas as palavras de amor e esperança balbuciadas se materializem nesse ano que chegou e que algumas coisas mudem; que com a ladainha do Natal as crianças não se esqueçam que a data não se resume à Papai Noel, chocolate e presentes. Toda essa época - que chega a ser sentimental demais às vezes pra alguns - é pra lembrar do que deve ser lembrado sempre: "Tudo o que você precisa é amor."
Paz, amor e sonhos de um mundo melhor everybody everywhere!
(:

domingo, 13 de dezembro de 2009

"...that cold blow."

Às vezes, quando é difícil encontrar a graciosidade em algo, eu não consigo ver nitidamente as estrelas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

"I'm just a boy whose intentions are good..

O que vale é o que se demonstra.
No nosso mundo a intenção não é o que vale.



.. Oh Lord, please don't let me be misunderstood!"

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Será que é o exagero de consciência essa necessidade de sentir a raiz firme, que deixa as pessoas mal humoradas?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

"isn't nowhere man a bit like me and you?"

Às vezes é como se todo mundo e o mundo todo andasse e eu continuasse parada.

Soneto V

ser social demais.


Soneto V

Eu nada entendo da questão social.
Eu faço parte dela, simplesmente...
E sei apenas do meu próprio mal,
Que não é bem o mal de toda a gente,
Nem é deste Planeta... Por sinal
...
E enquanto o mundo em torno se esbarronda,
Vivo regendo estranhas contradanças
No meu vago País de Trebizonda...

Entre os Loucos, os Mortos e as crianças,
É lá que eu canto, numa eterna ronda,
Nossos comuns desejos e esperanças!...
( Mário Quintana, 1976)